Copa do Mundo 2026: como as marcas se preparam para o torneio
A Copa do Mundo de 2026 começa em 11 de junho e será disputada pela primeira vez em três países: Estados Unidos, Canadá e México. O torneio também estreia um novo formato, com 48 seleções, o que significa mais jogos e um período mais longo de competição. Para as marcas brasileiras, a Copa segue sendo um dos momentos de maior audiência e engajamento emocional do calendário.
Fusos horários favoráveis
Diferentemente de edições disputadas na Ásia ou no Oriente Médio, a Copa na América do Norte tem fusos mais próximos do Brasil. Muitos jogos devem acontecer em horários acessíveis ao público brasileiro, o que favorece audiência ao vivo, encontros em bares e restaurantes e consumo simultâneo em múltiplas telas.
Oportunidades para as marcas
- Varejo de televisores e eletrônicos costuma ser impulsionado nos meses que antecedem o torneio.
- Bares, restaurantes, delivery e bebidas se beneficiam dos jogos e das reuniões.
- Vestuário esportivo e produtos temáticos ganham espaço.
- Conteúdo em tempo real nas redes sociais permite reagir aos acontecimentos das partidas.
Atenção às regras
Nomes, marcas e símbolos oficiais do torneio são protegidos e reservados aos patrocinadores oficiais. Marcas que não são patrocinadoras precisam ter cuidado para não sugerir vínculo com o evento. É possível falar de futebol, de torcida e do clima de Copa, mas o uso indevido de propriedades oficiais pode gerar problemas jurídicos.
Planejamento de mídia
Espaços publicitários nas transmissões e nas plataformas digitais ficam mais disputados e caros durante o torneio. Quem ainda não fechou seu plano deve priorizar estratégias mais ágeis, como conteúdo em redes sociais, ativações em pontos de venda e parcerias com criadores.
Emoção com responsabilidade
A Copa mexe com o sentimento nacional. Campanhas que capturam esse espírito com leveza e autenticidade tendem a se destacar. Já o oportunismo sem conexão com a marca costuma se perder no volume de mensagens do período.
